De 1991 a 2023: o guia completo da Copa Feminina, as grandes campeãs e as favoritas para as próximas edições.
A Copa do Mundo Feminina é um dos torneios esportivos de crescimento mais rápido da história. Para quem acompanha a Copa 2026 masculina, entender a trajetória do torneio feminino é fundamental para compreender o futuro do futebol — o esporte mais popular do mundo está se tornando, finalmente, igualmente popular em ambos os gêneros.
1991, 1999, 2015, 2019. O maior dominador do futebol feminino mundial. Mia Hamm, Michelle Akers, Megan Rapinoe e Alex Morgan são as faces de uma tradição inigualável.
2003 e 2007. A Alemanha bicampeã estabeleceu a Europa como contrapeso aos EUA no futebol feminino de elite.
1995. Hege Riise liderou a Noruega ao único título europeu da Copa Feminina antes da era alemã.
2011. O título mais emocionante da história — conquistado meses após o terremoto e tsunami que devastou o Japão. As Nadeshikos deram ao país algo para sorrir.
2023. A Roja feminina chegou ao topo em meio a controvérsias internas (conflito com a federação espanhola), mas jogando futebol de altíssimo nível.
Com Marta — a maior jogadora da história com 17 gols em Copas — o Brasil nunca conquistou o título, mas foi finalista em 2007. A próxima Copa pode ser a chance da geração que vem por aí.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 está prevista para o Brasil — a primeira edição da América do Sul. Seria um momento histórico para o futebol feminino brasileiro e sul-americano, que historicamente ficou à sombra dos EUA e Europa.
As tendências do futebol feminino apontam para uma maior distribuição de poder. Espanha 2023 mostrou que a Europa está se consolidando, enquanto Japão 2011 provou que a Ásia tem potencial para voltar ao topo. Com mais investimento, mais ligas profissionais e mais visibilidade, o nível geral sobe — e as surpresas ficam mais prováveis.